
Presidente Dutra – Funcionários do Hospital Macrorregional de Presidente Dutra (Socorrão) denunciam a supervisora de Recursos Humanos por coação, abuso de poder e assédio moral sistemático. Relatos exclusivos à nossa reportagem apontam perseguições incessantes a colaboradores, inclusive durante horários de descanso, gerando um clima de terror no hospital.
De acordo com prints e depoimentos enviados à redação, a supervisora age de forma "truculenta", ignorando direitos básicos dos trabalhadores. "Eu estava no meu horário de descanso e ela chegou sem consulta prévia, me pedindo para voltar ao trabalho de forma agressiva. Me acusou de estar fora do horário, mas eu tinha direito ao intervalo", relata uma funcionária, que preferiu não se identificar por medo de retaliações.
As acusações incluem apontar o dedo em público, ameaças veladas e intervenções abusivas, com a gestora sendo descrita como "protegida" na unidade. "Ela persegue sem motivo, até nos momentos de folga", afirmam fontes internas. As denúncias surgiram após tentativas frustradas de exposição via caixinhas de sugestões internas – dezenas de funcionários, cansados de impunidade, procuraram a imprensa e planejam acionar o Ministério Público.
O caso pode configurar crimes previstos na Lei 14.133/2021 (assédio moral no serviço público) e exige investigação imediata do MPMA e do Conselho Regional de Medicina. Denúncias como essa expõem falhas graves na gestão de saúde pública em Presidente Dutra.
A redação de nosso portal se coloca a disposição para todo e qualquer tipo de esclarecimento.
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